Mark Dobosz, autor do artigo, com quarenta anos de estrada na captação americana, escreveu sobre o que chama de uma crise silenciosa. Os captadores sêniores estão se aposentando. Os jovens não estão entrando. E quem está no meio da carreira sai antes de amadurecer: nos Estados Unidos, o tempo médio de permanência de um profissional de captação é inferior a dezoito meses, numa atividade em que uma relação com um grande doador leva de três a cinco anos para gerar uma doação transformadora.
O ponto forte do artigo não é o diagnóstico. É a causa que ele identifica.